Author Topic: A minha volta ao mundo  (Read 27865 times)

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Offline Paulo Honorato

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Re: A minha volta ao mundo
« Reply #150 on: July 31, 2013, 20: 18 »
Lindo sem duvida  :ok:

Offline Alexandre Baptista

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Re: A minha volta ao mundo
« Reply #151 on: August 05, 2013, 21: 53 »
Etapa 25
FZNA - HTBU
GOMA - Bukoba
dist: 420 km

Hoje deveria ser um marco na viagem. Chegaria ao meu objectivo principal em África, o Monte Kilimanjaro assim como iria atrevassar o mítico lago Vitória. Infelizmente ainda não foi desta.
Entretanto aproveitei as instalações de GOMA para fazer uma revisão à aeronave. Afinal de contas um ano parado em África tem de deixar moça.
Para hoje foi-me avisado que não deveria aterrar em nenhuma pista da país vizinho, Ruanda. Foi-me no entanto autorizado a sobrevoá-lo pelo que será precisamente por aí que irei chegar ao lago Vitória.

Saida pela manhã da bela cidade de Goma sem grandes espinhas.


Uma ultima vista desta bela cidade e do seu vulcão.



Para começar o tempo estava encoberto. Embora nada preocupante tirava muita beleza ao voo.



Aos poucos foi abrindo, deixando tirar belas fotografias do solo.



Esta viagem tem-me trazido muitas surpresas sobre este fantástico continente. Apesar de pobre, as populações locais fazem a sua vida como em todos os lugares e não é raro vermos a terra tratada e cultivada. Se calhar até mais do que no nosso país, com os campos agrículas deixados ao abandono.


Por esta altura só pensava no lago Vitória. à medida que me aproximava, o verde e as florestas também iam aparecendo com mais frequência.



Após tantos falsos alarmes, finalmente o majestoso berço do Nilo.



Infelizmente, por esta altura indicações estranhas na temperatura do motor fizeram-me temer o pior. Algum mecânico em Goma tinha feito asneirada.
Após consultar as cartas e sabendo que não deveria aterrar no Ruanda, resolvi virar à esquerda para Norte e aterrar numa localidade nas margens do lago.



O resto do trajecto pela margem, apesar da preocupação do motor, foi muito interessante. Nesta zona, o lago é ladeado por escarpas altas.


 
Aproveitei para descer até ao nível da água e brincar um bocadinho. Mesmo com o problema no motor, só penso na bela da banhoca.


Apesar de ser considerado um lago, isto é quase um mar interior. A sensação é a mesma que teria no aceono com água até ao horizonte.



A esta altitude a pista foi fácil de encontrar.



Alinhamento com algum vento lateral



Só quando estava mesmo a tocar no chão é que me apercebi da dimensão minúscula da pista. Mais um pouco e as rodas não cabiam as duas na mesma.



Talvez esteja a exagerar mas mesmo assim é bem pequena.



Agora só espero que o problema seja simples de resolver. Farto de estar parado está o meu pássaro.  :biggrin:
« Last Edit: August 05, 2013, 21: 58 by Alexandre Baptista »

Offline Isidro Magalhães

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Re: A minha volta ao mundo
« Reply #152 on: August 05, 2013, 22: 15 »
Imagens fantásticas.  ;)
Agora que o lago Vitória foi "conquistado" e o Kilimanjaro não está muito longe, já sabes qual caminho vais escolher para subir novamente?

Offline Tiago Fortuna

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Re: A minha volta ao mundo
« Reply #153 on: August 06, 2013, 10: 00 »
Yep, continuo a achar que é melhor vir aqui que ler um livro. E ainda aprendo qq coisa :-)

Offline Alexandre Baptista

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Re: A minha volta ao mundo
« Reply #154 on: August 06, 2013, 17: 26 »
Isidro, depois do Kilimanjaro sigo para Norte pelo meio do Quenia e pelo meio da Etiopia até possivelmente à entrada do mar vermelho no Djibuti. Nem sabia que este país existia.
A minha questão era se depois do kilimanjaro seguiria até mesmo à costa Africana do oceano Índico ou virava logo para Norte ficando a 100 milhas de ter atravessado completamente África a meio.
Uma vez que isto é uma volta ao mundo e essas 100 milhas finais parecem-me ser uma seca resolvi abdicar desse pequeno objectivo por me parecer não ter muita relevância quando comparado com o resto. Daqui a 2 etapas meto o mapa e depois podem ver melhor.

Tiago, é por isso mesmo que continuo a postar aqui, além da preciosa ajuda que vocês são para continuar.
« Last Edit: August 06, 2013, 18: 21 by Alexandre Baptista »

Offline Alexandre Baptista

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Re: A minha volta ao mundo
« Reply #155 on: August 06, 2013, 18: 06 »
Etapa 26
HTBU - HTLM
Bukoba- Lago Manyara
dist: 564 km

Acho que de todas as estadias forçadas que tive, esta deve ter sido a menos forçada de todas.
Desde a beleza do local, passando pela hospitalidade da população que tudo me forneceram e não me cobraram um tostão até à praia paradisíaca onde me deleitei a tarde toda, este foi deveras um dia de sonho.


Partida, essa sim bem forçada. Por mim ficava aqui um mês a sorrisos e mexilhão.



Junto à costa a água é de um azul turquesa de postal mas mar adentro em tudo se assemelha a águas oceânicas.



Isto foi assim durante uns minutos. Custa a crer que estou no coração de África a muitas centenas de quilômetros do Oceano.



O céu deslumbrante perpetuava o sonho que têm sido estes últimos dias. E pensar que tive um ano sem pegar nisto e ainda por cima a ouvir falar da Troika todos os dias.



Já em terra, começava o zigzaguear entre as nuvens.



Aos poucos os campos tratados em volta do lago, davam lugar a vastas extensões de savana. Não vi leões, mas que eles lá andam, andam.



Mas mesmo em África, os quilômetros não perdoam e até a savana foi dando lugar a zonas bem mais áridas.
Aqui, já com o lago Eyasi, um charcozito de 80 km, à vista.



Este lago fica a uma cota uns valentes metros abaixo dos planaltos a Norte e junto à margem o solo bem mais fértil fez com que as populações o ocupassem intensamente.


À medida que percorria as margens o chão ia ficando mais verde e e mais belo e já perto do fim do lago, a paisagem é mesmo muito bonita.




O Kilimanjaro é o maior vulcão duma zona extremamente vulcânica e por aqui já surgem os manos mais pequenos.



Isto é tudo muito bonito, mas nesta altura comecei a ficar preocupado. As nuvens estavam cada vez mais baixo e cada vez mais densas e o espaço com visibilidade entre o solo e o tecto das nuvens era por esta altura mínimo.
Sem a tecnologia moderna e numa zona com vulcões que podem passar dos 5 kmde altitude, isto podia tornar-se muito sério.



Como se não bastasse o meu "esposômetro" começava a entrar na zona vermelha. Para quem não é da simulação em geral e não sabe, o esposômetro é um manômetro relacionado com as esposas e afins que indica níveis de proximidade das refeições e vai desde o:
"Amorzinho, o jantar está quase!"
...até ao preocupante...
"Eu vou jantar. Tu faz como entenderes mas depois não te queixes."
Acho que há relatos de homens que passaram para além disto, mas esses são poucos e só aparecem nos filmes.
No meu caso ainda só ia no...
"Já te chamei a segunda vez. Não torno a chamar outra."
...quando comecei aflito à procura duma pista alternativa onde aterrar.
Pelas cartas, sabia que no lago seguinte havia um pequeno aerodromo por isso esse iria ser o meu destino hoje a umas vergomhosas 70 milhas do Kilimanjaro.


Este é o lago e essas margens ~são apenas fruto de alguma bacorada do FSX.



Como diz a lei de Murphy sobre tudo correr mal, a procura da minha pista estava a entrar no ridículo. As cartas dizem que a pista fica mesmo junto à margem Norte do lago mas passados 15 minutos numa área do tamanho do meu quintal, continuo sem encontrar a maldita e isto sobre aquele olhar que tantos de vocês bem conhecem.



Já com os níveis de frustação muito altos resolvo procurar um pouco mais acima.



Lá está a maldita.



Literalmente cagando em "flight paterns" e outras rotas e boas maneiras de aproximação, fiz-me à pista o mais rápido que pude.


Com os nervos nem me lembrei da fotografia do estacionamento mas posso-vos garantir que no final do dia...ou principio da noite tudo acabou bem. ;)

Esta etapa é dedicada a todas as esposas e afins que aturam os canastrões dos seus amados enquanto estes estão agarrados aos joysticks e volantes. Um grande beijinhos para todas!
« Last Edit: August 06, 2013, 18: 18 by Alexandre Baptista »

Offline Vasco Martins

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Re: A minha volta ao mundo
« Reply #156 on: August 06, 2013, 18: 16 »
...até ao preocupante...
"Eu vou jantar. Tu faz como entenderes mas depois não te queixes."
Acho que há relatos de homens que passaram para além disto, mas esses são poucos e só aparecem nos filmes.
No meu caso ainda só ia no...
"Já te chamei a segunda vez. Não torno a chamar outra."

 :rofl: :rofl: :rofl:

Excelente relato Alexandre, mesmo que pressionado  :biggrin:

Offline Tiago Fortuna

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Re: A minha volta ao mundo
« Reply #157 on: August 06, 2013, 22: 29 »
Esposometro... caguei-me a rir com a explicação :D

Como eu te entendo :O E mais um excelente relato. E a qualidade das fotos tb subiu muito.

Offline Isidro Magalhães

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Re: A minha volta ao mundo
« Reply #158 on: August 07, 2013, 18: 30 »
BRU-TAL.  :biggrin:
Excelente relato, então essa parte final partiu mesmo tudo.


Usas o Active Sky, não é? É que essa meteorologia está qualquer coisa. Acho que nunca vi nada no REX com essa qualidade.

Offline Alexandre Baptista

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Re: A minha volta ao mundo
« Reply #159 on: August 08, 2013, 03: 38 »
Etapa 27
HTLM - HTAM
Lago Manyara - Amboseli (Quenia)
dist: 277 km

À terceira foi de vez...mais ou menos.

Depois de duas interrupções forçadas e estando a menos de 100 milhas do Kilimanjaro é impossivel que este me escape hoje.

Partida de Manyara



A paisagem não sofreu grandes mudanças. Vulcões e mais vulcões.




A rota até ao monte foi no limiar de dois terrenos muito diferentes. Se do lado esquerdo era montanhoso e verde, do direito era assim.


Ao fim de algum tempo, finalmente ei-lo, pensava eu.


Tal como em tantos postais, o topo estáva coberto de nuvens.


Como não podia deixar de ser, dei uma voltinha ao pico para ver as vistas.


No sopé da montanha, existem várias cidades de dimensão muito considerável.


Depois veio o balde de água fria. Quando o avistei ao longe pela primeira vez, fiquei tão confiante no que via que nem confirmei com a navegação. Afinal, esta ultima montanha que vos mostrei~ainda não era o Kilimanjaro mas o Monte Meru. É quase da altura do Monte Branco mas mesmo assim 1300 metros a menos que o Kilimanjaro.
Quando resolvi rumar ao Kilimanjaro, o céu já estava assim.




Pelo sim pelo não alarguei um pouco a rota para não haver colisões inesperadas e já chateado resolvi rumar à pista. Ainda o vi ao meu lado mas resolvi deixar o passeio à volta dele para o dia seguinte.


Entretanto o céu começava a ameaçar por isso, aterrar foi mesmo a melhor opção.


A já tradicional vista da pista.



Mais uma vista da "final" com o Kilimanjaro como pano de fundo.



E por fim a aterragem.



Não foi bem como eu pensava que iria ser mas amnhã é outro dia e numa volta destas a calma ainda conta qualquer coisinha.
« Last Edit: August 08, 2013, 03: 42 by Alexandre Baptista »

Offline Isidro Magalhães

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Re: A minha volta ao mundo
« Reply #160 on: August 08, 2013, 18: 50 »
Com paciência e persistência, a coisa vai lá.
Estás muito mais perto agora do que estavas à um ano atrás, portanto, é positivo.

Esse tempo por essas bandas é meio marado, muda de cara assim tão rapidamente que nem dá tempo de se prever uma viagem tranquila.

Offline Alexandre Baptista

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Re: A minha volta ao mundo
« Reply #161 on: August 10, 2013, 03: 28 »
Etapa 28
HTAM - HTIN
Amboseli - Nyeri
dist: 340 km

Desilusão das desilusões!!!
Hoje paguei muito caro ter deixado para o dia seguinte o que poderia ter feito ontem. Não vi ontem o Kilimanjaro em condições nem iria ver hoje. Aliás, nunca mais o irei ver nesta volta ao mundo.

Desde ontem à noite que sabia que o tempo iria estar mau, mas ainda tinha esperança que acima do tecto das nuvens, o pico sobressaísse.
Com algumas abertas na partida, ainda pensei que nem tudo estivesse perdido.



Nesta imagem, deveria ter o Kilimanjaro como pano de fundo.  :(



Assim que parti, comecei logo a subir que nem um desalmado para atinjir o topo das nuvens.



O amanhecer estava lindíssimo mas os nervos de não saber se iria conseguir ver um dos propósitos desta volta, não me deixavam apreciar convenientemente a coisa.



Ainda assim, às vezes é impossivel não ficar sensibilizado com este nascer do sol.


Pouco a pouco veio a confirmação do meu pior receio. Apesar das abertas a Norte, na zona do Monte Kilimanjaro as nuvens estavam cerradíssimas cobrindo-o completamente praticamente desde o chão até muito acima dele ou mesmo acima do tecto máximo do meu avião.


Nesta altura tinha de tomar uma de duas decisões:
-Ou voltava a aterrar e esperava por um dia melhor, apesar das más previsões para os próximos dias.
-Ou metia este desire para trás das costas e seguia caminho para Norte.
Estive parado um ano e neste momento a última coisa que me apetece é voltar a parar indefinidamente até o S. Pedro voltar-me a sorrir. Muito abatido resolvi abdicar de ver um dos propósitos desta viagem a África e seguir caminho. Neste momento estou fulo comigo mesmo com os erros de navegação do dia anterior e que me impediram de ver convenientemente o Monte.


Para meu consolo, o amanhecer está lindíssimo e o deslumbramento com esta beleza atenuou e muito a minha desilusão.



O que se seguiu, meus amigos, foi uma explosão de cores. Depois da tormenta vem a calmaria e depois da desilusão veio um dos mais belos voos com as mais belas vistas de nuvens que apanhei até hoje. Tirei dezenas de fotografias, mas fica aqui uma amostra.










Por fim, o sol.
Apaziguador de amarguras como lhe compete.



As cores mudavam mais depressa do que demora a escrever.








Numa das abertas ainda consegui um vislumbre de Nairobi, a capital do Quénia.



Ao fim de quase duas horas de voo estava na hora de descer até ao meu destino. Uma localidade entalada entre dois gigantes.
Parece plano mas é na realidade a suave encosta Este da Montanha Aberdare. Uma montanha tão suave que o seu topo é um planalto com quase 20 km de comprimento mas sempre acima dos 3500m de altitude.



Junto à pista, o verde impera com cores vibrantes.



E por fim, o fim duma etapa épica pelas melhores e piores razões.



No final não sei se estava triste ou contente. Uma sensação agridoce por ter deixado de ver convenientemente um dos grandes objectivos da viagem mas por outro por ter aterrado de um dos mais belos voos que já fiz. Este é daqueles em que tenho a certeza que as fotografias não fazem justiça.
« Last Edit: August 10, 2013, 03: 36 by Alexandre Baptista »

Offline Alexandre Baptista

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Re: A minha volta ao mundo
« Reply #162 on: August 10, 2013, 04: 56 »
A branco é a possivel rota nos próximos dias.


Offline Isidro Magalhães

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Re: A minha volta ao mundo
« Reply #163 on: August 10, 2013, 10: 46 »
Belas imagens, como sempre.
Quanto ao Kilimanjaro, não te preocupes. Pode ser que um dia destes, depois de as nossas voltas estarem terminadas, possamos marcar um dia para ver as vistas.  ;)