Author Topic: Virtual Endurance Championship - Season 11  (Read 11749 times)

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Offline Luis M Carreiro

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Re: Virtual Endurance Championship - Season 11
« Reply #60 on: June 04, 2019, 13: 31 »
#235 P3 Report

24h LeMans
A mítica!
As 24 Horas de Le Mans é uma das mais tradicionais corridas automobilísticas do mundo e a principal prova do Campeonato Mundial de Endurance da FIA. É apontada como a maior corrida do mundo. Recriar a mesma no ambiente virtual é um sonho para a maior parte dos simracers do mundo!
A SRC dá nos esta hipótese e claro que a agarramos com toda a força!
Ora o P3 #235 com Luis Carreiro/Paulo Teixeira/Tiago Gouveia encarou este evento com muita seriedade e com muita calma e começamos a preparar a mesma com bastante antecedência.
Foram horas de testes, preparar um setup rápido mas que tornasse o carro confortável para os longos stints e estabelecer uma estratégia simples e eficaz para um único objectivo. Terminar a corrida!
Começamos com uma qualificação em que o Paulo Teixeira volta a brilhar com um segundo posto na grelha. A nossa grande rival, a Cetilar Italia desde o inicio que mostrou que seria imbatível em condições normais e só com algum azar destes poderíamos aspirar a mais.
Não vou vos maçar com uma descrição de stint a stint da corrida e de cada piloto mas sim dizer que nas 24h apenas tivemos uns pequenos problemas com Stop n Go quando Luis Carreiro para evitar um toque em um GTE e um P2 acaba por ter de contornar uma chicane e o jogo aplica 4 Stop n Go seguidos. Isto ainda no inicio da corrida e com calma tudo se viria a compor.
Ao longo da noite tudo correu sobre carris, trocas de pilotos e paragens na boxe sempre sobre controle e com as desistências de algumas equipas e azares de outras acabamos por alcançar o 2º posto dos P3 e 6º da geral que seria mantido até ao fim com Tiago Gouveia a fazer a passagem final pela meta a terminar a corrida.
Foi uma aventura, e toda a tripla do #235 está com vontade de mais!
Acabamos o VEC em 2º dos P3 na div3 e ambicionamos a subida de divisão que caso venha a acontecer nos motivará para mais e melhor!
Obrigado á PTSims por esta grande época e parabéns a todos os outros carros e pilotos da equipa por tudo o que conseguiram alcançar nesta competição tão forte que é o VEC!
Vrummmm...

Offline Mário Peixoto

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Re: Virtual Endurance Championship - Season 11
« Reply #61 on: June 05, 2019, 16: 14 »
Indianapolis: 343 x 3,925 = 1 346 km
Nola: 223 x 8,640 = 1 926 km
Interlagos: 211 x 4,309 = 909 km
Sepang: 227 x 5,543 = 1258 km
Estoril: 223 x 4,182 = 932 km
Sebring: 338 x 6,020 = 2 034 km
Silverstone: 229 x 5,891 = 1 349 km
Le Mans: 335 x 13,626 = 4 564 km

2 129 voltas

REPORT: PTSims.net Racing BMW M8 GTE #396 (Div. 4)

À entrada para o maior desafio da temporada, as 24 Horas de Le Mans o #396 estava mais do que pronto, com os quatro pilotos juntos para enfrentar aquela que seria a corrida mais dura de todas. Tendo terminado todas as provas até aqui, com mais ou menos dificuldades, o grande objetivo era mesmo levar o carro até ao final.

Os primeiros 3 stints (cada stint durava sensivelmente 55 minutos) couberam a Mário Peixoto, que fez assim a partida e as primeiras 41 voltas ao circuito gaulês, sem problemas de maior. Nessa altura, o carro passou para as mãos de Nuno Rodrigues, que também fez 3 stints, aumentado para 82 o número de voltas. De notar aqui apenas um pequeno incidente na linha das boxes que fez o BMW perder alguns minutos, mas nada que comprometesse a corrida. Paulo Honorato foi o terceiro piloto a entrar no BMW, já perto das 19:50 da noite (hora portuguesa), para completar 2 stints e ver o sol cair em França. Infelizmente, algum lag e perda de framerate no final do segundo stint obrigaram a uma troca precoce com Mário Peixoto, que fez novamente 3 stints. Nesta altura, a noite já tinha caído definitivamente em Le Mans. Quando Vasco Lemos pegou no carro, sofreu também problemas de lag, pelo que Mário Peixoto voltou aos comandos para um 4º stint de forma a dar tempo para resolver a situação.

Já o contador de voltas marcava 163 quando Vasco Lemos pegou em definitivo no carro para 2 stints, seguido de Paulo Honorato (2 stints) e 1 último stint de Mário Peixoto e Nuno Rodrigues, que não podiam continuar após esta hora por terem outros compromissos. Toda esta fase da corrida teve lugar durante a madrugada, mas a equipa do #396 nunca vacilou, estando também apoiada pela equipa do P3 que, na divisão 3, ia mantendo o 2º lugar e a conversa animada. Infelizmente nesta fase, 2 dos 4 carros da PTSims já tinham desistido. O raiar da madrugada coube a Vasco Lemos, que entrou no BMW às 7:36 da manhã, já com 18 horas de prova decorridas. O final começava a parecer uma realidade. Os últimos stints couberam a Paulo Honorato e Vasco Lemos, que se foram revezando para tentar levar o carro a bom porto, entre voltas consistentes e rápidas. Nesta fase, em que o cansaço já se mostrava, o #396 teve um acidente que o colocou vários minutos nas boxes para reparações e ainda um stop-n-go. Felizmente, nada disto comprometeu a corrida, pelo que após 24 horas, 3 minutos e 30 segundos, o BMW cruzava a linha de meta nas mãos de Vasco Lemos e terminava assim a mais emblemática prova de resistência num muito suado 7º lugar na classe! No total, o #396 percorreu 4 564 quilómetros, o equivalente a 335 voltas.

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No que diz respeito à temporada 2018/19 do VEC, para os pilotos do #396 dificilmente poderia ter sido melhor, dado que inclusive foi a estreia de 3 deles neste tipo de competições e o rFactor 2 era, no início, um "bicho desconhecido". Já todos tinham feito provas de resistência, mas não com um calendário tão longo. Terminar todas as corridas, o grande objetivo da temporada, foi cumprido, mesmo que por vezes a equipa estivesse reduzida a 2 pilotos, como foi o caso das 1000 Milhas de Indianápolis ou as 6 Horas de Nola. Ainda assim, a vontade perdurou e o BMW M8 logrou sempre cruzar a linha de meta!

No total, em corrida, foram contabilizadas 2129 voltas aos traçados de Indianápolis (343), Nola (223), Interlagos (211), Sepang (227), Estoril (223), Sebring (338), Silverstone (229) e Le Mans (335), perfazendo um total de 14 318 quilómetros percorridos, sensivelmente o mesmo que ir de Lisboa a Joanesburgo, de carro, sempre por terra! :crazy:
« Last Edit: June 05, 2019, 16: 17 by Mário Peixoto »

Offline José Almeida

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Re: Virtual Endurance Championship - Season 11
« Reply #62 on: June 08, 2019, 11: 30 »
Última prova da época, e a tripla do P2 queria acabar o campeonato numa nota diferente. O campeonato não tinha corrido bem, com vários incidentes e azares, mas uma boa prova nas míticas 24 horas de Le Mans iria compensar o resto.

A qualificação foi feita pelo José Almeida e conseguimos ficar com o 3º lugar na grelha. No entanto, não iríamos ficar lá durante muito tempo, porque tínhamos um Drive-Through oriundo da prova anterior onde o mesmo piloto fez falsa partida. Depois de ser cumprida a penalização, o piloto desceu para 5º lugar, mas ao fim do seu primeiro triple stint já estávamos na liderança outra vez, embora apenas 10 segundos separassem as 4 primeiras equipas. A seguir entrou o David Santos que fez um turno comprometido com os cut (só podemos levar 3 e o David já tinha 2 ao fim de 5 voltas). Mesmo assim, entregou o carro nos lugares de pódio ainda em luta com todos os rivais. Foi o chefe que pegou no carro a seguir, o Carlos Santos pegou no carro pela primeira vez em prova desde Janeiro e fez logo 3 cuts em 2 voltas, ou seja, apanhamos logo com uma penalização de 10 segundos - após cumprida essa penalização, a estratégia ficou ligeiramente alterada, mas não necessariamente para pior. No resto do triplo stint, o piloto esteve sempre em luta com o 2º lugar. No momento da entrega do carro é que as coisas correram mal: Inesperadamente, a troca de piloto não correu como devia - o David não conseguiu entrar no carro e o AI assumiu controlo do carro. Seguiu-se um reset ao PC para tentar resolver, algo que foi bem sucedidos com 3 voltas perdidas no entretanto. A partir daqui sabíamos que a vitória estava fora de alcance, mas um pódio era bem possivel. Ora, quando o AI pegou no carro, ainda gastou cerca de 2 litros de combustível e quando o David reentrou no servidor faltava esse bocadinho... bocadinho que foi determinante quando nos faltou nos últimos 20 metros da boxe no final stint dele... ficámos ali, mesmo ao lado da boxe sem combustível... tinham decorrido cerca de 6h30min.

Um final amargo, mas que reflete a época que tivemos. Tirando as 12 horas de Sebring que vencemos e as 6 horas de São Paulo que fomos 3º, todas as provas tiveram contratempos. Para os anos as coisas correrão melhor  :biggrin: